Move That Jukebox!


Vampire Weekend lançará CD novo em 2009 by Nádia Lapa
março 20, 2009, 5:32 pm
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O Vampire Weekend participou do programa de Jimmy Fallon na última quarta feira, dia 18. Em vez de tocarem alguma música do último CD, lançado ano passado, eles escolheram a “nova” White Sky. A canção será parte do novo álbum da banda, a ser lançado  no segundo semestre.

A música não é tão nova assim, pois a banda já vem tocando há um tempo, como se pode ver abaixo:

Nádia Lapa



O que aconteceu no Q Awards? by Neto

Nessa segunda-feira (6), aconteceu na Inglaterra mais uma edição do Q Awards, a premiação da revista britânica Q. Essa foi sua oitava edição que, como a maioria das outras, entregou os prêmios para as músicas, vídeos e bandas mais previsíveis – e merecedoras.

O Coldplay de Chris Martin saiu de cabeça erguida, levando dois títulos para casa: O de melhor álbum, por Viva La Vida or Dearh and All His Friends (2008), e o de melhor banda da atualidade. Certamente vale ressaltar que nunca na história do Q Awards um grupo ou artista foi o vencedor de duas “categorias-chefes” na mesma edição.

Coldplay

A cantora Duffy, aquela que é um tipo de Amy Winehouse mais saudável, foi eleita a artista revelação do ano. A recém-formada adulta lançou seu álbum de estréia em março de 2008, e até agora já ganhou inúmeros discos de ouro e platina. O sucesso de Rockferry foi tão estarrecedor que deu ao trabalho uma versão dupla, o que aumentou ainda mais o número de vendas. No Q, os artistas só dependem no amor dos fãs para ganhar, tornando tudo uma questão de popularidade – quem é mais clicado, vence.

Entretando, o sucesso e talento de Duffy não foram suficientes para desbancar Keane do prêmio de melhor música. Spiralling, que havia sido disponibilizado para download cerca de um mês antes das aberturas das votações, ganhou de forma limpa e digna. Nem I Kissed a Girl de Kate Perry, um dos maiores hits pop do ano, foi capaz de tirar a vitória do trio inglês. O Vampire Weekend, que esteve perto de ganhar nessa categoria, parece ter ficado satisfeitíssimo com a escolha de A-Punk como melhor vídeo do ano. Nota-se que houve um fuzuê danado em torno da escolha de A-Punk como melhor clipe e, se você foi um desses fuzueiros, analise com atenção todos os candidatos: That’s Not My Name, Ready For The Floor, Violet Hill e Happiness. Vídeos ótimos, mas convenhamos, A-Punk tem algo a mais. Já o The Ting Tings não parece ter tido a mesma sorte dos nova-iorquinos e, mesmo com três indicações (Melhor Vídeo e Melhor Música com That’s Not My Name e Banda Revelação), voltou para Manchester de mãos abanando.

O que realmente deu gosto de ver foi Massive Attack ganhando o prêmio de inovação. Não que eu seja o maior fã da banda – pra falar a verdade, estou bem longe disso -, mas acontece que essa é uma das poucas categorias que são analisadas por jurados realmente capacitados. Desde sua criação, o trip-hop de ataque massivo do grupo foi misturado à vozes de David Bowie, Madonna, Sinéad O’Connor e muitos outros cantores, o que valeu diversas notas em jornais e revistas de todo o mundo. O próximo álbum dos britânicos inovadores tem previsão de lançamento para 2009, com a participação do grupo Elbow e canções com “almas góticas”.

Bloc Party tocou – e não fez playback

O The Last Shadow Puppets de Alex Turner e Miles Kane, que em pouco tempo de existência já garantiu um prêmio no MOJO, foi eleito como grupo revelação. Também pudera, a participação de James Ford e Owen Pallett na gravação do único álbum da banda fez dele um marco histórico na carreira de todos os envolvidos.

As únicas surpresas de toda a noite foram por parte dos eleitos para “Melhor Banda da Atualidade” e “Melhor Show”. Da primeira, nós já falamos logo no início desse artigo: Coldplay ganhou, sendo considerado melhor banda que Metallica, Oasis, Kings of Leon e Muse. Na segunda, foram deixados para trás The Verve, Kings of Leon (mais uma vez), Rage Against The Machine e Nick Cave & The Bad Seeds. Sim! Por mais imprevisível que pareça (imprevisível, não injusto), o melhor show da atualidade – segundo votos do público – é o do Kaiser Chiefs. Considere isso uma última chamada para o Festival Planeta Terra.

Por Alex Correa



As Listas da Jukebox by Neto

Textbook

Uma seleção de reportagens que não foram ao ar no Move That Jukebox!, mas que você tem que ler de qualquer forma.

#1. Festivais em Movimento (Set/08)

Adriana Alves, para a Rolling Stone BR

Folheando a vigésima quarta edição da Rolling Stone brasileira – aquela que tem a Amy Winehouse na capa… -, esbarrei com um ótimo artigo que tende a revelar a suspeita e criticada “panelinha” de festivais nacionais que se mantêm fora do circuito cultural Rio-São Paulo. Produtores, bandas independentes e atpe o presidente da Associação Brasileira dos Festivais Independentes comentam sobre a corrente que inclui o natalense Madan, o pernambucano Abril Pro Rock e o Porão do Rock, de Brasília. Para conferir, basta comprar a sua cópia na banca mais próxima ou acessar o arquivo do site da revista, clicando aqui. Ainda dá para ler sobre The Killers, Portishead, Mallu Magalhães e, é claro, sobre a estrela da capa.

#2. Does The World Need Another Indie Rock Band? (Jul/08)

Tim Walker, para o The Independent

Que o artigo é antigo eu sei, mas ainda não chegou nos monitores de muita gente. Usando as palavras certas e sem muitas papas na língua, Tim Walker escreve sobre algo que já estava mais do que na hora de ser comentado: A queda do indie rock. Glastonbury, a velha-guarda e as bandas recém-formadas que não prestam – Tim não abafa na-da. O jornalista ainda usa as citações de um “fã de música indie dos anos 80”, que não deixa de falar sobre a falta de originalidade dos grupos que têm surgido ultimamente. Também é muito questionado o real significado da palavra “indie”, que de uns tempos para cá deixou de ser usado para definir bandas independentes e agora é um adjetivo para as “bandas que usam gravatas skinny, calças skinny e suéteres skinny”. O texto é longo e em inglês, mas você não pode deixar de lê-lo. Só te custa um clique.

#3. Amy Winehouse Pregnant? (Set/08)

Castina, para o Pop Crunch

A matéria não passa de um boato mal fundamentado, que me faz lembrar de uma brincadeira óbvia que fizemos no último dia 1º de abril. Entretanto, o que mais interessa no artigo é uma fotomontagem que fizeram, tentando adivinhar como nasceria um filho de Amy Winehouse com Blake Fielder-Civil. O resultado é interessante.

Por Alex Correa

Music (for a film, a TV series, a soap opera…)

Músicas de Trilhas Sonoras que você não pode deixar passar. Séries, filmes, programas de TV… Não importa – basta ser de qualidade.

#1. New York I Love You But You’re Bringing Me Down

LCD Soudsystem

Lançada em 2007 em um álbum de nome mais curto, a música pode ser ouvida no nono episódio da segunda e curta temporada da série britânica Skins, enquanto a alienada Cassie admira Nova York pela janela de seu táxi, que não tem um destino exato. Uau.

#2. Born Bad

Juliette Lewis

Quando uma curta canção de filme vira uma música em todo o direito que a palavra lhe dá? Confesso que não sei, mas diria que Born Bad é uma música em toda a sua essência. Curioso é que Quentin Tarantino escalou Juliette para cantar esses versos em Assassinos por Natureza (1994), muito antes da atriz lançar seu primeiro trabalho como cantora, o que só veio a acontecer dez anos depois.

#3. Ottoman

Vampire Weekend

Não muito tempo depois de estrear no top 20 da Billboard, o Vampire Weekend já havia gravado Ottoman, que foi ao ar pela primeira vez nesse final de semana – e de um jeito não muito convencional para quem acabou de entrar no complexo mercado fonográfico. Desde o último dia 3, Ottoman vai ao ar nos grandes telões dos cinemas norte-americanos, ao passo que o rosto de Michael Cera fica gravada em um novo personagem: Nick O’Leary, do Nick and Norah’s Infinite Playlist.

#4. Rock of Ages

Ben Kweller

Essa é das antigas. Não que Natural Born Killers seja um lançamento da última semana, mas Rock of Ages é uma música antiga da nova geração, se é que vocês me entendem. Jamais se podê ouvi-la em The O.C., mas ela aparece entre as faixas da terceira coletânea do seriado californiano, The O.C. Mix 3: Have a Very Merry Chrismukkah. Essa, inclusive, foi a única forma de lançamento da faixa, que até hoje não é tão reconhecida como deveria. Está procurando uma boa melodia no violão, uma voz de um jovem cantor e uma música de Natal que não tem nada a ver com Natal para ouvir? Você achou Rock of Ages.

Por Alex Correa

Juicebox: Dicas Musicais Suculentas

Antes de começarmos, um conselho: o melhor e mais consistente disco de rock que eu ouvi em 2008 se chama Dig Out Your Soul e é de uma banda chamada Oasis. Faça um favor ao tédio dos seus dias e ouçam o disco.

Smoosh

É fácil falar do Smoosh especialmente porque é um som fácil de ouvir e de gostar. O Smoosh é um duo americano de duas menininhas que nasceram já nos anos 90. Com idades entre 12 e 14, Asy e Chloe tocam um indie-pop à là Lily Allen, mas com guitarrinhas invocadas que fazem ecos ao som do The Gossip e tem até uma pegada dançante. As menininhas já abriram para o Death Cab for Cutie e para o Pearl Jam (que eu nunca mencionei, mas é minha banda preferida de todos os tempos). Ouçam a pegada Bloc Party pop (no primeiro disco, pelo amor de deus) de Find a Way.

X-Wife

A sensação de achar uma banda muito boa é… muito boa. E quando acontece por acaso é mais eufórico ainda. Mas nenhuma banda apareceu tão do nada na minha frente quando a X-Wife. Eu fui abrir casualmente minha pasta de downloads do Firefox e lá estavam não um, mas DOIS discos dessa banda. Baixados. E mais ninguém usa minha máquina. Eu não me lembro de ter baixado. Na verdade, nunca tinha ouvido falar desse nome. Resolvi escutar e a surpresa foi boa – achei sensacional. Pesquisando, descobri que eles são de Portugal, apesar de cantarem em inglês. É pra quem já imaginou uma mistura de Strokes com Rapture. Um dos sons mais legais que descobri nos últimos tempos. A excelente On The Radio dá uma idéia.

Los Porongas

Nunca tinha escutado o Los Porongas porque o nome parecia ser de alguma daquelas bandas que misturam som brasileiro com rock. Tipo… Nação Zumbi. Nada contra Nação Zumbi, mas já existe o Nação Zumbi para fazer isso então eu não preciso de outras. Enfim, o nome me enganou. Apesar de rolar uma pegada de som brasileiro eventualmente, Los Porongas tá mais para rock alternativo, mesmo. Não consigo comparar com nada, desculpem. Talvez Hurtmold, mas é menos experimental e eles têm letras (excelentes, aliás). O Los Porongas entrou fácil para o meu TOP 5 de bandas brasileiras e fazem parte da (dizem efervescente) cena Acreana. Sim, porque o Acre não só existe, como produz bandas incriveis. Veja Espelho de Narciso, ao vivo.

Por Ana Freitas



Novo clipe de Vampire Weekend by Gabriel
agosto 4, 2008, 12:15 pm
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Já está no youtube o novo vídeo do próximo single da banda, ‘Cape Cod Kwassa Kwassa’.

Chris Baio e Ezra Koenig à la Robert Smith

O clipe, que foi gravado em Jersey Shore, região dos EUA, é ambientado nos anos 80…e diferente dos clipes anteriores do grupo, apresenta uma narrativa.

Dessa vez são apresentados diversos personagens, que deixam de lado os trajes estudantis para a transformação gótica.

Autor: Gabriel Zorzo



Um post e duas confirmações by Gabriel

Em primeiro lugar, todas as datas dos suecos do The Hives, que passa pelo Brasil em setembro.

5 set 2008 20:00
Parao Do Rock Festival Brasilia
6 set 2008 20:00
Orloff Festival Sao Paulo
7 set 2008 20:00
Circo Voador Rio De Janeiro

Informações retiradas do MySpace da banda.

Agora, notícias do velho tio Lúcio.

O Festival Indie Rock, que já conta com o Broken Social Scene e Vampire Weekend em sua programação, fechou também com os ingleses do Late of the Píer. E pra terminar, o trio cuiabano Macaco Bong fará sua apresentação nas duas cidades.

O evento acontecerá dias 28 de agosto no Rio (Canecão) e 29 em São Paulo (Citibank Hall).

Autor: Gabriel Zorzo