Move That Jukebox!


Muse: Nada de álbum novo by Gabriel
setembro 5, 2008, 11:00 am
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Ao contrário do que foi especulado recentemente, o Muse não pretende lançar um álbum tão cedo.

Eles de fato estão na Itália compondo novas músicas, mas longe de um processo de gravação.

De acordo com o Chris, em entrevista à BBC 6Music, eles já tem cerca de 7 músicas começadas, mas elas ainda estão bem novas, incompletas…nenhuma preparada para um próximo disco.

O motivo de terem começado tão cedo, foi justamente para não ficarem parados, manterem a atividade, ao invés de esperarem um ano para entrar no estúdio e fazer tudo na correria.

Fontes: NME, BBC 6Music



Muse: novas faixas a caminho by Gabriel
agosto 26, 2008, 7:06 pm
Filed under: Muse

O sucessor de Black Holes And Revelations já está em processo de criação.

A banda, que passou aqui no Brasil mês passado, revelou que já possui algumas novas faixas escritas, parte delas criadas após o V Festival, que aconteceu ainda este mês (16, 17 de agosto). Com isso, pretendem voltar aos estúdios em breve…lá na Itália.

Durante este mesmo festival, Dominic Howard…o baterista do Muse…trocou algumas palavras conosco. Mentira, com a BBC 6Music. Lá ele revelou um pouco mais sobre o que está acontecendo, e o que devemos esperar da banda nos próximos meses.

“Nós já fizemos algumas músicas e está ficando ótimo”

Para o quarto álbum deles, o Black Holes And Revelations, o grupo se isolou em um castelo francês para escrever suas faixas, e o gravaram em Nova York. Já para o quinto disco, a banda usará seu estúdio próximo a Lake Cuomo, na Itália.

Autor: Gabriel

Fonte: BBC 6Music



O melhor show da vida de muita gente, no Rio de Janeiro by Neto
julho 31, 2008, 10:09 pm
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Ontem (30) aconteceu aqui no Rio o show do trio inglês Muse, que fez um show de encher os olhos e levou um Vivo Rio quase lotado a loucura. A abertura foi feita por Jay Vaquer, um músico carioca que faz um pop rock que agradou pouca gente no local. A surpresa foi a educação do público, que evitou vaias e por diversas vezes chegou a aplaudir o músico, que mais tarde agradeceu “por ser bem recebido”. O mais curioso foi observar que as pessoas do meu lado esquerdo se divertiram durante o show do rapaz jogando adedanha.

Talvez tentando compensar pela boa educação da platéia, os organizadores do evento foram extremamente arrogantes com Jay, entrando no palco e dando fim ao show de uma hora para outra. É claro que grande parte do público vibrou demasiadamente quando o show do rapaz finalmente acabou, já que isso significava que a apresentação do Muse ficava cada vez mais próxima, mas deu pra notar que muitos ficaram com um certo dó do carioca.

A atração principal da noite começou seu show quase uma hora depois do programado, e as vaias que foram guardadas durante o show de Jay Vaquer se desprenderam das gargantas para atingir a produção do evento. É claro que tudo isso foi compensado com o show que estaria por vir – e, meu deus, que show. O que muito me chamou atenção foram as dedicadas fãs dos ingleses na porta do Vivo Rio, antes mesmo do show começar, que saíram distribuindo papéis rigorosamente picados em quadradinhos para todos da fila – que seriam arremessados mais tarde, em Feeling Good, mais ou menos como aconteceu no show do Chile. A abertura ficou por conta de Knights of Cydonia que, na minha opinião, é simplesmente perfeita para tal papel. A histeria continuou na próxima música, que não coincidentemente tem esse nome: Hysteria. Dead Star, que até hoje só foi lançada numa versão ao vivo na coletânea Hullaballo, foi interpretada de um modo diferente e com pitadas mais eletrônicas do que aquela que foi lançada em 2002, mas tal versão já estava sendo apresentada nos shows a tempos.

O show parou na ma-ra-vi-lho-sa Plug In Baby, quando gigantes balões brancos distraíram o público enquanto Matt, Dom e Chris saiam do palco sem serem muito notados – e, até tal momento, Matthew já havia arriscado um “Muito Obrigado” (em português mesmo) e tocado várias mini-canções super inusitadas em seu piano, incluindo Jazz e uma clássica Bossa Nova.

Os tais balões brancos (que, diga-se de passagem, soltavam um ar super refrescante quando estourados)

Não demorou muito para que a apresentação fosse retomada, logo depois de gritos de “Olê, olê, olê, olê! Musê, Musê!”, e Dominic logo entrou com uma bandeira do Brasil amarrada ao pescoço e usando uma simpática cartola verde – que por um momento me fez confundir a homenagem ao nosso país com uma forma de lembrar-nos da Irlanda. Dessa vez, toda a energia do trio foi depositada em Stockholm Syndrome, uma das canções mais populares do grupo. O melhor show da vida de muita gente (inclusive o da minha) foi finalizado com Take a Bow, uma das minhas preferidas – pena que eu já estava sem fôlego e tive que sair da grade da pista normal pra tomar um pouco d’água. A finalização contou com jatos de fumaça que estavam localizados na frente do palco e que já haviam aparecido em Butterflies & Hurricanes, um pouco mais cedo. O resultado final foi- quase literalmente – de matar.

O setlist final foi:

Knights of Cydonia
Hysteria
Dead Star
Map of the Problematiqué
Supermassive Blackhole
Butterflies and Hurricanes
Sunburn
Feeling Good
Bass Jam
Invincible
New Born
Starlight
Time is Running Out
Plug In Baby
Stockholm Syndrome
Take a Bow

Autor: Alex Correa



Quem abre pro Muse é…. by marçal
julho 17, 2008, 11:20 pm
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Jay Vaquer! O cantor carioca, que fez sucesso com a música ‘Cotidiano de um Casal Feliz’, divulgou em seu MySpace que abrirá os dois shows do Muse aqui no Brasil.

Eu particularmente acho que as músicas do cara não tem nada a ver com Muse, mas como eu não vou em nenhum dos dois shows (aaaaaaaaa), pra mim não faz diferença.

Então, o que acham? A produção acertou, errou, era melhor ter colocado só Muse?

Pra quem não gostou, pense pelo outro lado. É melhor ver o Jay Vaquer abrir o show do Muse do que ficar em casa no Orkut. Vou parar por aqui antes que comece a chorar (/q).

Autor: Marçal Righi

Fonte: MySpace Jay Vaquer



Muse no Brasil | Preços Porão do Rock by Gabriel
junho 26, 2008, 12:22 am
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Ainda não saiu nada no site oficial do festival, mas os valores dos ingressos para o evento, que contará com Muse como grande atração internacional, já foram divulgados pelo Gustavo Sá, produtor responsável pelo festival.

Os valores são os indicados abaixo:

Pista

PROMOCIONAIS LIMITADOS [ sexta ou sábado – 1.000 por dia ]

R$ 10,00 [ dez reais ] meia-entrada +1 Kg de alimento
R$ 20,00 [ vinte reais ] Inteira + 1 Kg de alimento

ANTECIPADOS [ sexta ou sábado ]

R$ 15,00 [quinze reais] meia-entrada +1Kg de alimento
R$ 30,00 [ trinta reais ] Inteira + 1 Kg de alimento

BILHETERIA [ sexta ou sábado ]

R$ 20,00 [ vinte reais ] meia-entrada +1 Kg de alimento
R$ 40,00 [ quarenta reais ] Inteira + 1 Kg de alimento

PASSAPORTE 2 DIAS ANTECIPADOS

R$ 20,00 [ vinte reais ] meia-entrada +1 Kg de alimento
R$ 40,00 [ quarenta reais ] Inteira + 1 Kg de alimento

PASSAPORTE 2 DIAS BILHETERIA

R$ 30,00 [ trinta reais ] meia-entrada +1Kg de alimento
R$ 60,00 [ sessenta reais ] Inteira + 1 1 Kg de alimento

Camarote

ANTECIPADOS [ sexta ou sábado ]

R$ 30,00 [ trinta reais] meia-entrada +1Kg de alimento
R$ 60,00 [ sessenta reais ] Inteira + 1 Kg de alimento

BILHETERIA [ sexta ou sábado ]

R$ 40,00 [ quarenta reais ] meia-entrada +1Kg de alimento
R$ 80,00 [ oitenta reais ] Inteira + 1 Kg de alimento

PASSAPORTE 2 DIAS ANTECIPADOS

R$ 50,00 [ cinquenta reais ] meia-entrada +1 Kg de alimento
R$ 100,00 [ cem reais ] Inteira + 1 Kg de alimento

PASSAPORTE 2 DIAS BILHETERIA

R$ 70,00 [ setenta reais ] meia-entrada +1Kg de alimento
R$ 140,00 [ cento e quarenta reais ] Inteira + 1 Kg de alimento

Pontos de Venda

Pizzarias Dom Bosco[ Águas Claras, 303 Sudoeste, Taguatinga, 103 Sul, 306N N

Lojas Chilli Beans [ ParkShopping, Píer 21, Pátio Brasil, CNB, Taguatinga Shopping ]

Loja Fun House [ Conic ]

Universo Tatto [ 311 Norte ]

GTR Instituto de Guitarra [ 111 Sul, 708/709 Norte ]

Loja Porão 666 [ atrás do Alameda Shopping ]

Abriu Pró Rock [ Gama Shopping ]

Internet [ em negociação ]

Autor: Gabriel Zorzo



Resumo da Semana by Gabriel
maio 11, 2008, 5:09 pm
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Beach Boys

‘The Capitol Years’ vem aí. Será uma coletânea dos Beach Boys, com os singles lançados pela Capitol Records, entre 1962 e 1965.

O lançamento está marcado para 16 de junho. O box com 16 CD’s será uma edição limitada.

Cada disco contará com um single e seus b-sides, assim como versões de várias faixas, mixagens mono e stereo de gravações ao vivo.

Coldplay

A banda anunciou datas do tour norte-americano. A série de shows terá início no já citado evento gratuito no Madison Square Garden, e continuará durante todo o mês de julho e agosto, com retorno em outubro e novembro.

‘Viva la Vida or Death and All His Friends’ tem lançamento marcado para os dias 16 no Reino Unido e 17 nos EUA.

Rufus Wainwright

O músico americano e ícone da comunidade gay começou sua turnê brasileira na última quarta-feira. Tocando no Rio de Janeiro, Rufus contou com parte de sua família para atingir a excelência. Irmã, mãe e cunhado fizeram parte do espetáculo na capital litorânea e também estiveram presentes em São Paulo, cidade onde o rapaz deu voz à canções como ‘Hallelujah’ (originalmente de Leonard Cohen) e ‘Over the Rainbow’, canção de Judy Garland, cantora que foi homenageada em ‘Rufus Does Judy at Carnegie Hall’ – álbum ao vivo de Wainwright que foi lançado no ano passado.

‘California’ – do segundo álbum de estúdio do cantor – ao vivo no Via Funchal (SP)

Rufus Wainwright toca hoje (11) na capital mineira e depois segue para Brasília, onde fará seu último show em terras brasilerias, no dia 13 (terça-feira).

Muse

A banda do inglês Matt[hew] Bellamy vem ao Brasil em Julho/Agosto, segundo…bem, segundo várias pessoas. Em fevereiro o próprio vocalista havia dito, em entrevista a revista NME, que existiam planos de tocar na América do Sul. Na última sexta-feira (11), saiu no blog Boris vs. Laika que a primeira data da turnê brasileira a ser confirmada seria no Rio de Janeiro (Vivo Rio),  onde o Muse tocaria hits como ‘Stockholm Syndrome’ e ‘Plug in Baby’ em 31 de Julho. Porém, como pode-se ver no artigo, nenhuma fonte foi citada.  Quando se pergunta da fonte deles, a resposta que se obtem é: “A fonte é muito confiável, não se preocupem. A data está marcada, a turnê da banda pelo Brasil fechada. Só não rola se alguém tiver uma crise de labirintite, tipo a Feist no Tim do ano passado, ou coisa assim.”

O Lúcio Ribeiro – lenda viva das mentiras pegadinhas (falo isso sem querer ofender) – se antecipou e falou sobre as bandas de abertura em sua coluna online. Segundo ele, uma banda ‘emo’ se responsabilizaria pelo aquecimento do público de Muse. Abrindo mais a boca, Lúcio disse que talvez a responsável pelo pré-show seria  uma banda da terra do Tio Sam: “…parece que talvez seja o grupo americano Paramore”.

Bem, esperaremos. Até agora o que se confirmou mesmo foi a data de Santiago. No fan-site chileno pode-se encontrar a notícia de que a gravadora da banda confirmou: Muse vai ao Chile em 26 de Julho.



Beirut e Muse no segundo semestre? by Cedric
fevereiro 25, 2008, 5:54 pm
Filed under: Beirut, Editors, Klaxons, Muse, Radiohead | Tags: , , , , , , , , ,

Antes de começar o post, quero que todos saibam como está sendo dificil guardar a histeria para escreve-lo.

– Muse:

Vamos começar pelo mais certo. Nessa primeira parte do post, a fonte são os próprios integrantes da banda. Em entrevista a BBC 6Music, Matthew Bellamy falou que o grupo pretende fazer shows em lugares que nunca visitaram (sim, as mesmas palavras do radiohead). Quais são esses lugares? Matt citou Dubai e a América do Sul (fãs de Muse, não morram).

– Beirut:

Agora, a fonte é interessante: Lúcio Ribeiro. Muitos duvidam do cara – eu sou um desses – mas é impossível não se alegrar com uma noticia dessas. Segundo Lúcio, Zach Condon e seus muitos amigos (são cerca de dez integrantes na banda, dependendo do show, além de Zach) vêm ao Brasil para o Tim Festival 08 (fãs de Beirut, não morram).

Também existem especulações de Mika para o Tim (que foram criadas pelo Gabriel Simas), mas esse cantor não me anima muito.

– Outros boatos:

Existem leves boatos da negociação de The Cure, Leny Kravitz e Linkin Park para o Brasil, mas não se excedam, por enquanto.

– Relembrando…:

Em novembro, o Radiohead comentou sobre “tocar em lugares novos” nesse ano. Como o Brasil nunca teve o privilégio de recebê-los, a possibilidade de ver o Radiohead reaparece nesse ano.

Ainda temos Interpol no mês que vem e Bob Dylan também aparece no Rio e em São Paulo logo, logo. Além desses, Klaxons, Yo La Tengo e Editors talvez dêem o ar da graça nas terras brasileiras, no festival Indie Rock, que ocorre em maio.

Em 2008 os curiosos, indies e afins vão contribuir bastante para o índice de criminalidade (principalmente o de pequenos furtos) aumentar no país.

BEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEEIRUT! MUUUUUUUUUUUUUUUUSE! RADIOHEEEEEEEEEEEEEEEEEEAD! EDITOOOOOOOOOORRS! KLAAAAAAAAAAAAAAXONS! UHUUUUUUUUUL! Morri.