Move That Jukebox!


O MTJ! precisa da sua ajuda by movethatjukebox
fevereiro 17, 2009, 2:37 pm
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Prometo que serei breve: Você deve conhecer – e talvez até frequentar – nossa comunidade de Downloads, que tentamos sempre manter bem atualizada. Acontece que faze-lo não é tão fácil quanto parece.

O Orkut contabiliza quase mil membros na página mas, infelizmente, pouquissimos desses tiram alguns minutos de seu dia para contribuir e postar links atualizados em uma pequena parte de nossos tópicos. Para mantermos a comunidade viva e continuar atentando as dezenas de pedidos realizados, sua participação é primordial.

Visite, baixe, atualize. Assim, todos ficam felizes no final.

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A decadência do indie – mais uma vez. by movethatjukebox
fevereiro 16, 2009, 7:11 pm
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Nas últimas semanas, toda a Europa anda acompanhando uma briga entre os semanários britânicos. Vendas sobem e descem a todo instante. Com isso, um jornalista que publica na edição virtual da XFM lançou o seguinte pensamento: “Seria o rock mais popular que o indie?”. Em outras palavras, o cara quer insistir mesmo é naquela teoria de que o indie está indo pra um buraco bem fundo. Você bem deve se lembrar de quando, no final do ano passado, o The Independent polemizou a tal decadência do indie (mais precisamente do indie rock) e conseguiu a atenção de muita gente, falando que “o mundo não precisa mais disso”. Enfim, parece que foi exatamente esse o ponto inicial desse bafafá todo.

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Assim como os semanários, festivais britânicos devem sofrer quedas de vendas em suas próximas edições.

Agora a gente começa a ver, na prática, que diabos é esse negócio de “morte do indie”. Dá pra resumir tudo isso, basicamente, em números e estatísticas. De um lado, temos a NME com uma queda de 24% em suas vendas nos últimos seis meses e, do outro, a super pesada Metal Hammer chegando ao primeiro lugar no ranking das mais vendidas. E, pra não dizer que a NME é dona da verdade absoluta, os gráficos também apontam quedas da Q e da Mojo.

Nos próximos meses, prepare-se para ler cada vez mais sobre cancelamento de festivais, shows adiados por uma bilheteria decepcionante e muita, mas muita coisa relacionada a isso. Pode apostar.

Por Alex Correa



Entrevista: Joep van Son (The Very Sexuals/The Sugarettes) by movethatjukebox
fevereiro 16, 2009, 3:34 pm
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tvsJoep van Son goza de certa popularidade em sua terra natal, a Holanda, por liderar uma das bandas de indie pop mais promissoras do cenário musical de Eindhoven. Com seu novo projeto, o quinteto The Very Sexuals, lançado pela Subroutine Records (e disponibilizado gratuitamente em theverysexuals.com), Joep volta a fazer barulho na cena indie dos Países Baixos, desta vez com um som mais calmo, letras mais poéticas e até um clipe, ao qual assisti com exclusividade (e recomendo).

Confira abaixo a entrevista de Joep exclusiva para o Move That Jukebox!

Quando você começou a ver a música como uma carreira? Quais eram suas influências musicais na época?

Acho que comecei a gravar em casa quando tinha vinte e poucos anos. Apenas como um hobby, eu comecei a gravar vários esboços em um estéreo 8-track que comprei. Naquela época eu tocava em uma banda, mas apenas como guitarrista, e fazia alguns backing vocals. Era uma banda de rock e as pessoas com quem eu fazia música estudavam jazz, então musicalmente não era uma boa parceria. Então por volta de três anos atrás, minha amiga Mariska disse, ‘Nós deveríamos fazer uma demo com algumas das suas músicas’. Então nasceu o Sugarettes. Era uma mistura dos meus antigos riffs de hard rock e doces influências do pop. Porque eu ouvia muito Sparklehorse naquela época, gravei tudo com muita distorção, em tudo! Eu adorava aquele som de aspirador de pó! A demo foi bem recebida e a tocaram em algumas grandes rádios da Europa e a TV holandesa fez uma matéria sobre nós. Eu comecei a levar a música mais a sério depois disso.

Você já tinha uma banda (The Sugarettes). Por que você decidiu começar o The Very Sexuals e como vocês se reuniram?

Eu gravo faixas em casa rapidamente, então eu tinha muito material. Eu sempre quis fazer algo com menos rock. Algo com violino, órgão e violões. Eu era um grande fã da cantora holandesa Pien Feith. Então eu enviei alguns esboços para ela via e-mail. Eu recebi uma resposta positiva dela e nos meses seguintes escrevemos o álbum por e-mail. Nos encontramos pela primeira vez e fomos direto para o estúdio com alguns amigos. Todos os membros dos Sugarettes também estão envolvidos. Nós descobrimos que nosso engenheiro de som tocava vários instrumentos, então durante o processo de gravação ele tocou várias coisas no álbum. Ele também se tornou um membro da banda. É assim que eu gosto, espontaneidade!

‘Solene’, dos Sugarettes

Algumas pessoas dizem que você é muito tímido e sofre de um pouco de medo dos palcos. Alguma coisa estranha já aconteceu com você durante uma apresentação?

(Risos) Não, não tenho nenhum trauma! Okay, sou um pouco tímido, admito. Quando começamos o Sugarettes, foi um grande passo para mim levar a música para fora do conforto da minha casa. Eu nunca tinha cantado no palco e na verdade não me via como cantor. E nós nunca tiramos um tempo para ensaiar bastante, porque todos nós temos profissões que exigem muito de nós, além da música. Eu não estava muito confortável com as músicas que tocamos com os Sugarettes, nós tínhamos péssimos equipamentos e eu tenho uma forma estranha de trabalhar, porque primeiro eu vou para o estúdio e depois disso nós temos que aprender a tocar as músicas! (Risos) Para o próximo álbum, nós vamos nos preparar ao máximo e deixar tudo mais excitante.

No seu blog do MySpace, você disse que estavam voltando ao estúdio para gravar uma nova música (‘Dennis Hopper’). Isso significa que você anda escrevendo novos materiais para o TVS?

Sim, estamos ocupados gravando novas faixas. Acho que vai ser um miniEP com aproximadamente 4 inéditas. Não é o The Very Sexuals do primeiro álbum. Juntamente com o namorado da melhor amiga da minha namorada (risos) eu passo algumas tardes só fazendo música. Ele (Jelle) e eu nos conectamos muito bem na música e estamos tocando todos os instrumentos. Nesse EP, tanto a Pien quanto a Mariska vão fazer vocais. É um pouco mais suave que o primeiro álbum. Bem pop e um pouco dançante, me lembra de Belle and Sebastian ou dEUS. Usamos caixas de ritmos e muitas cordas.

Com um CD gratuito para download, tenho certeza de que vocês recebem algum reconhecimento de seus fãs holandeses, mas como a cena musical internacional está recebendo o The Very Sexuals? Em quais países você diria que vocês tiveram um maior impacto?

Levou um tempo para que a cena musical holandesa nos levasse a sério. Depois de ótimas críticas e execuções em rádios estrangeiras (por exemplo, BBC e KEXP), eles estavam pensando, ‘Hum, talvez eu goste deles também’. Agora nós temos um pequeno sucesso com nosso single ‘Carla’ na melhor rádio alternativa da Holanda. O problema com o nosso país é que nós somos críticos demais, até com nossos próprios produtos. É algo como ‘Acho vocês uma porcaria, até que provem o contrário’. Nós deveríamos, com certeza, valorizar mais a música holandesa. Nós podemos aprender muito com a nossa vizinha, Bélgica, porque eles dão às bandas novas e iniciantes muito mais plataforma para crescer. Nós achamos que algo é bom quando os críticos dizem, ‘Isso é muito anti-holandês, então é show de bola!’. Eu não fico muito frustrado com isso, mas eu vejo muitas bandas holandesas excelentes que merecem muito mais atenção. É claro que muitas coisas boas acontecem, como o Subbacultcha, que coloca o underground holandês de volta no mapa. Mas fico muito feliz que muitos holandeses baixaram nosso pequeno álbum.

Você está prestes a começar uma turnê com os Sugarettes. Você acha que pode fazer turnê com o TVS em breve?

Nós temos planos com o TVS de subir aos palcos no fim desse ano. Eu acho que vamos lançar um novo single e clipe e faremos alguns shows. A prioridade é fazer músicas no estúdio. O objetivo é que esse seja um projeto secundário divertido além de nossas bandas principais. E deve continuar assim. Eu vejo o The Very Sexuals mais como um coletivo de pessoas que eu gosto e admiro, apenas se divertindo no estúdio e criando umas músicas legais. Mariska e eu estamos escrevendo muitos materiais novos para o Sugarettes. Parece que vai ser um disco com guitarras bem altas e uma vibração punk subjetiva. Espero que no próximo verão nós possamos começar a turnê e fazer o lançamento. Já estou ansioso para isso.

Vocês acabaram de filmar seu primeiro clipe. Como foi essa experiência?

Como o The Very Sexuals não é uma banda, eu achei que fosse divertido nos apresentar como uma banda no nosso clipe. É só um vídeo de baixo orçamento. Eu achei importante ter aquela sensação de anos 90 nele. Imagine-se sozinha assistindo a TV na cama nos anos 90, ‘120 Minutos’, ‘Nação Alternativa’. Todos os programas antigos que aquecem seu coração.

Por Nathália Pandeló



Santogold vira Santigold – mas porquê diabos?! by movethatjukebox
fevereiro 12, 2009, 5:16 pm
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Um comunicado oficial feito ontem divulgou que, daqui pra frente, a cantora Santi White (a.k.a. Santogold) deverá ser chamada de Santigold. “Mude o graffiti da parede do seu banheiro, conserte sua tattoo, pinte sua camiseta […] – agora Santogold é Santigold”, diz o porta-voz da moça.

Aparentemente, a mudança aconteceu por culpa de um processo movido pelo pseudo-artista Santo Rigatuso, que há décadas usa o nome artístico “Santo Gold”, mas o tal comunicado diz que “Santi não contará o porquê da mudança”. O endereço antigo do MySpace de White já está sendo redirecionado para /santigold, enquanto os vídeos oficiais do YouTube vão sendo atualizados.

E agora, o que fazer com as tags do Last.fm?

Por Alex Correa



Sexta-feira 13 com Soulwax e Mixhell by movethatjukebox
fevereiro 12, 2009, 12:41 pm
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A primeira sexta-feira 13 de 2009 vem com boas vibrações para os paulistas. Bem, talvez essa vibe não seja tão boa assim, já que quem quiser ver o belga Soulwax (2ManyDjs + rock) tocando com Mixhell (Iggor Cavalera e Layma Leyton) no Bar Secreto terá que desembolsar 200 REAIS pro open-bar – e ainda mais algum dinheiro pra comprar uma máscara legal, já que vai ser noite de Baile de Máscaras.

São apenas cerca de 200 ingressos disponíveis, que podem ser adquiridos na na Surface to Air (Al. Lorena, 1989, Jardins) e reservados por contato@sitedobar.com ou pelo telefone (11) 3063-4206.

Se você acha que nunca vai conseguir achar o Bar Secreto, ele fica ali na Álvaro Nunes, em Pinheiros.

Por Alex Correa



Little Joy no Circo Voador by movethatjukebox
fevereiro 12, 2009, 12:14 pm
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Sexta-feira, 6 de fevereiro. A apresentação do pseudo-americano Little Joy estava marcado para essa data – depois de ser adiado e, mais tarde, desconfirmado como último show da turnê brasileira da banda -, mas só foi começar mesmo depois dos primeiros minutos do dia 7. Cerca de uma hora antes de Amarante, Shapiro, Moretti e seus músicos de apoio (Noah Georgeson, Todd Dahlhoff e Matt Romano) darem as caras no deliciosamente intimista palco do Circo Voador, na Lapa, o Cidadão Instigado, grupo escalado para a “esquenta” do público, dividiu a opinião dos que compareceram ao evento.

A casa estava cheia: Os mais de dois mil tickets que começaram a ser vendidos no mês anterior não foram suficientes para abrigar todos os fãs cariocas, fluminenses e agregados, fazendo com que dezenas de pessoas tivessem que se conformar com o lado de fora do Circo. Mesmo assim, a maior parte dos attendees preferiu ocupar as mesas espalhadas pelo lado externo da pista.

A explicação é simples: Nem todos se sentiram confortáveis com o carregado sotaque nordestino de Fernando Catatau, que é acompanhado por uma crueza instrumental somada à um oceano de influências que, ora nos remete ao mais modernizado som do Cordel do Fogo Encantado, ora a artistas soturnos que marcaram a música brasileira por décadas, como Zé Ramalho e Alceu Valença. Alguns, mesmo não sendo adeptos  à forma de fazer música do Cidadão, preferiram ouvir atentamente as palavras pronunciadas por Catatau – as “vacas no leito de morte” e o “pinto de peitos e bico preto” divertiam, quando absorvidas fora de seu real contexto.  Eu, por um outro lado – e acompanhado por centenas de pessoas -, optei por saborear o experimentalismo cearense bem de perto e tirar o máximo de proveito dessa ligação sudeste-nordeste, inédita para mim até então.

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Os músicos da banda de abertura ainda estavam dando um “adeus” aos cariocas quando um número avassalador de pessoas começou a aparecer na pista, de frente para o palco, enquanto o público do mezanino parecia dobrar – ou até triplicar – em sua massa. O intervalo entre as duas apresentações pareceu extremamente longo. Analisando as pessoas que me cercavam, como de praxe, notei um grande grupo vestindo camisetas com a arte do CD, que estavam sendo vendidas por apenas 20 reais em algum canto do Circo Voador – mas, quando descobri isso, já era tarde demais para garantir a minha.

Os gritos e palmas pedindo por “Little Joy! Little Joy! Little Joy!” logo começaram. Todos se mostravam revoltados pelo entra-e-sai de técnicos e alarmes falsos, até que uma voz avisou que o DVD da banda seria gravado ali, na hora, com a carinha de todos que quisessem aparecer. “Quem não quiser autorizar sua imagem pra gravação, dá uma chegada pra trás”. E ninguém pareceu mover um dedo.

O trio subiu no palco, sendo ovacionado incessavelmente por cerca de cinco minutos e distribuindo sorrisos bem largos a todos que quisessem recebe-los. Rodrigo e Fabrizio, ambos acostumados com apresentações maiores ao lado dos Hermanos e Strokes, transpiravam auto-confiança, enquanto a menina Binki deixava transparecer um pouco de insegurança já que, mesmo depois de duas turnês desesperadas pela América do Norte, pela Europa e de recentes shows no Brasil, esta estava sendo a maior quantidade de olhinhos brilhantes encarando-a nos últimos tempos.

A abertura foi feita com ‘Play The Part’, recebida com maior euforia por ser a primeira da apresentação. O apoio triplo de Noah, Todd e Matt só foi aparecer na canção seguinte, em ‘The Next Time Around’, que abre o debut do LJ, cantada por pessoas de todas as idades com todo o ar de seus pulmões. Em sequência vieram ‘How To Hang a Warhol’ e ‘No One’s Better Sake’, single que vai ao ar inúmeras vezes por dia na MTV nacional e que foi acolhido de braços abertos pelas duas mil e tantas pessoas que não viram palhaçada alguma no tal Circo.

Além de ser um poço de boas músicas, o show foi regado de elogios entre os integrantes do grupo e mensagens para o público (“É tão bom estar em casa de novo!”). A química que se vê entre os dois vocalistas é maior do que a exibida entre Fab e Shapiro que, além de dividir palcos, dividem camas – e fica tudo bem explícito enquanto o show vai se desenvolvendo. Também entraram pro registro em vídeo, não necessariamente nessa ordem, ‘Shoulder to Shoulder’, ‘With Strangers’ e ‘Unattainable’, assim como as demais faixas do CD original. Essa última, interpretada exclusivamente com o timbre imprescindível da única mulher no palco, foi finalizada com gritos em homenagem à moça – e correspondidos com risinhos de canto de boca.

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Antes da primeira parte do show terminar (sinal de que o fim absoluto estava próximo), o público ainda teve direito a ouvir três coisas maravilhosas: 1) Uma música “nova” belíssima, excluída do homônimo do LJ; 2) Um cover de ‘This Time Tomorrow’, do Kinks, que pegou a voz de Fab emprestada para tornar-se completa; 3) Uma interpretação de ‘Walkin’ Back To Happiness’, originalmente de Helen Shapiro, que soou belíssima na voz de Binki – notando que Helen não tem grau de parentesco algum com a cara-metade de Moretti.

Depois de uma pequena pausa, precedida pela robusta ‘Don’t Watch Me Dancing’, Amarente voltou ao palco – e, dessa vez, acompanhado apenas por seu violão. Com todos os holofotes voltados para si, o ex e futuro hermano fez arrepiar tocando ‘Evaporar’, esbanjadora de versos extremamente poéticos e em português.

Por fim, ‘Brand New Start’. Uma das primeiras músicas ouvidas pelos ansiosos no MySpace do Little Joy, ‘BNS’ ainda foi emendada à ‘Último Romance’, um dos maiores hinos do Los Hermanos – que foi puxada, de próposito, pelo amável baterista dos Strokes.

Por Alex Correa



O que você precisa (ou não) saber do Grammy by Gabriel
fevereiro 11, 2009, 11:10 pm
Filed under: Coldplay, Outros, Paul McCartney, Premiações, Radiohead | Tags: , , , ,

Com duração de cerca de três horas e meia, e muitas atrações, a 51ª edição do Grammy aconteceu no Staples Center, em Los Angeles, com Whitney Houston anunciando as principais premiações da noite.

Pra quem perdeu ou dormiu antes do fim, confira nosso super resumo do que realmente chamou nossa atenção.

Premiações

O grande e indiscutível destaque da noite  foi de uma dupla, Robert Plant (Led Zeppelin) e Alison Krauss, por conta do lançamento de “Raising Sand”, de 2007. Os dois levaram pra casa 5 estatuetas, nas seguintes categorias: álbum do ano (“Raising Sand”), gravação do ano (“Please read the letter”), melhor colaboração pop com vocais (“Rich woman”), melhor colaboração country com vocais (“Killing the blues”) e melhor álbum de folk contemporâneo (“Raising sand”).

Lil Wayne, rapper americano líder de indicações à premiação, levou quatro das oito categorias em que concorria: melhor álbum de rap (“Tha Carter III”), melhor performance individual de rap (“La Milli”); melhor canção de rap (“Lollipop”), e melhor colaboração de rap (“Swagga like us”).

O Coldplay, um dos veteranos do Grammy, não ficou muito pra trás, conquistando três das sete categorias as quais foi indicado: canção do ano (“Viva la Vida”), melhor performance pop em dupla ou grupo com vocais (“Viva la Vida”), e melhor álbum de rock (“Viva la vida or death and all his friends”).

Nosso querido Radiohead, além de uma ótima apresentação na noite, levou os prêmios por melhor álbum de música alternativa (“In Rainbows”) e melhor box de edição limitada, também por “In Rainbows”.

Adele também não ficou de fora. A cantora britânica conquistou duas das quatro categorias em que participou: artista revelação e performance vocal pop feminina (“Chasing Pavements”).

Gilberto Gil, único brasileiro entre os indicados, não conquistou a única categoria em que participava, pelo melhor álbum de world music.

Apresentações

Mesmo não concorrendo aos prêmios da noite, o U2 marcou presença na  cerimônia apresentando “Get on your boots”,o novo single do próximo disco do grupo, “No line on the horizon”.

Ao lado de Dave Grohl, Paul McCartney (que não ganhou nas duas categorias em que disputou) cantou “I saw her standing there”, música de abertura do primeiro disco dos Beatles, Please Please Me.

Outro grande destaque da noite ficou por conta do Radiohead e sua fantástica apresentação de “15 steps”, ao lado do grupo de metais e percussão da University of Southern California, que você pode baixar em nossa comunidade, ou ouvir aqui.

Isso não é tudo. O restante da enooorme lista de vencedores, você confere aqui, no próprio site da premiação.

Por Gabriel Zorzo