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Clássicos e simpatia marcam a apresentação do R.E.M. no Rio by movethatjukebox
novembro 12, 2008, 5:31 pm
Filed under: Outros

rem(foto: Sérgio Luis)

Depois de uma ausência de quase oito anos dos palcos cariocas, a banda norte-americana R.E.M. voltou ao Rio na noite do último sábado (8). Com atraso de aproximadamente meia hora, a banda subiu ao palco e abriu a apresentação com Living well is the best revenge do álbum Accelerate, lançado em 2008. Sem resposta imediata do público, a banda emendou três canções até que What’s the frequency, Kenneth? conseguiu dar uma leve animada na platéia.

Depois da tímida reação, a banda tocou músicas não tão conhecidas dos álbuns Automatic, Document e até do Fables of the Reconstruction, de 1985. Durante esse tempo, notou-se bem os três telões que estavam montados no palco que mostravam imagens da banda em ação com a mesma arte da capa do último CD.

Pode-se dizer que o show começou mesmo quando Peter Buck e Mike Mills tocaram os primeiros acordes de Imitation of Life. A partir desse momento, o público entrou em sintonia com a banda, que estava animada desde o começo. Logo em seguida, veio um dos maiores clássicos, Everybody Hurts, que foi cantado em coro pelos fãs e emocionou a todos, principalmente ao vocalista Michael Stipe.

Depois desses momentos especiais, eles continuaram a passear pelos álbuns de mais de 20 anos de carreira, e conseguiram fazer com que o público continuasse animado. Tocaram The one I love, Let me in e Bad day, antes de terminarem a primeira parte do show com It’s the end of the world as we know it (And I feel fine), deixando um gostinho de quero mais. Quando eles saíram do palco, uns recados apareceram no telão, escritos a mão e em bom português, perguntando se o público queria mais e pedindo barulho.

Não tem um fã que possa reclamar das músicas escolhidas para o final. Começando com Supernatural Superserious, a banda havia guardado para o público o maior clássico, Losing My Religion, Animal e uma belíssima versão de Nightswimming – que mostrou a longa amizade e parceria de Michael Stipe com Mike Mills e rendeu até um beijo na bochecha de Mills ao final da música.

Supernatural Superserious

Então, houve uma pausa para que Michael Stipe agradecesse ao público e falasse sobre o presidente eleito nos EUA, Barack Obama, a quem a banda estava apoiando abertamente. O show terminou em grande estilo com Man on the Moon, matando a saudade dos fãs. Ao se despedir do público, a banda foi ovacionada e Mike Mills ainda desceu do palco e passou na frente das pessoas em uma tentativa de apertar o maior número de mãos possível. Agora, só resta saber se os fãs terão que esperar mais sete anos para o próximo show do R.E.M.

Por Juliana Mendes

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1 Comentário so far
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Michael é uma simpatia (L) As reboladas dele são ótimas. HAHA

Comentário por Heitor




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