Move That Jukebox!


Promoção MTJ! [v2.0] (encerrada) by Gabriel

Após o incrível sucesso da promoção MTJ! DVD da Amy Winehouse, estamos de volta com mais um super sorteio para nossos queridos leitores. A novidade é que, dessa vez, estaremos lhes dando seis opções de prêmios, os quais podem ser conferidos abaixo:

– In Rainbows (Radiohead)
– Viva La Vida (Coldplay)
– Donkey (CSS)
– Sou (Marcelo Camelo)
– Narrow Stairs (Death Cab For Cutie)
– Accelerate (R.E.M)

A promoção tem início a partir desta postagem, e se segue até sexta-feira (03/10), às 18h.

Para se inscrever é fácil:

Envie por comentário (nesse post):

– Nome Completo;

– Cidade e Estado em que reside;

– E-mail (obrigatório para postagem e visível somente para os administradores do blog);

– CD Escolhido.

Obs: Apenas 1 (um) álbum deverá ser escolhido. A opção por dois ou mais prêmios acarretará na desclassificação do candidato.

E como será o sorteio?

De acordo com a ordem de postagem, cada pessoa receberá um número de cadastro. Finalizada a inscrição (03/10), haverá o sorteio na noite do mesmo dia, em que somente um participante será escolhido. O felizardo que for premiado será contatado por e-mail, para que possamos pegar os demais dados e confirmar os já enviados. Se não houver manifestação da parte do vencedor em 2 dias (até domingo, 05/10, às 18h), repetiremos o processo quantas vezes forem necessárias.

Vale também lembrar que a promoção será válida somente para o território nacional.

Para os engraçadinhos, não adianta tentar entrar na promoção com mais de um e-mail diferente. Nossa equipe de hackers altamente especializados verificarão todos os IP’s e tentativas de fraudes que, se confirmadas, desclassificarão o cidadão.

SÓ ESTARÃO APTOS A PARTICIPAR DA PROMOÇÃO AQUELES QUE POSTAREM TODOS OS DADOS PEDIDOS, INCLUSIVE CIDADE E ESTADO.

Boa Sorte!

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David Bowie tem álbum mais gay da história by Neto
setembro 13, 2008, 6:13 pm
Filed under: Outros

A revista gay americana Out, uma das mais famosas do país, elegeu os 100 álbuns mais gays da história.

Na enorme lista aparecem os nomes de The Gossip, Scissor Sisters, Queen e The Velvet Underground, mas o primeiro lugar ficou mesmo para o ótimo The Rise And Fall Of Ziggy Stardust And The Spiders (1972), do David Bowie. “É irônico um hetero ganhar o primeiro lugar nessa lista”, disseram os criadores na lista, que devem ter esquecido da confissão bisexual de Bowie.

Poses, do ícone gay Rufus Wainwright, só aparece na 50ª posição da lista da Out

O segundo lugar ficou com o homônimo do The Smiths, lançado nos anos 80, que já começa a ser gay em sua capa. Na oitava posição, o grupo extinto de Morrissey aparece novamente, com o disco The Queen Is Dead, lançado dois anos depois.

A lista dos 10+ também conta com Goodbye Yellow Brick Road (Elton John, 1973), The Immaculate Collection (Madonna, 1990) e I Am A Bird Now (Anthony And The Johnsons, 2005). Para conferir todos os 100 discos citados pela revista, visite sua edição online.

Autor: Alex Correa



E onde foi parar o Indie Rock? by Neto
setembro 13, 2008, 12:33 pm
Filed under: Outros | Tags:

Não escrevo esse texto para explicar a tal morte do indie rock, mas sim para falar sobre o coma profundo no qual o Festival Indie Rock entrou.

A história dessa segunda edição do festival começou antes mesmo de 2008, quando foi anunciado no Segundo Caderno d’O Globo que Klaxons, Editors e Yo La Tengo seriam as atrações internacionais do Indie Rock que, a princípio, aconteceria no mês de maio, no Rio de Janeiro e em São Paulo.

Não levou muito tempo para que a certeza se transformasse em uma irritante incógnita. Os Klaxons integram o line-up do Tim Festival, que acontece no mês que vem, enquanto os Editors e o mais velho Yo La Tengo não devem aparecer em nossas terras tão cedo – até onde eu sei.

Algum tempo depois do primeiro adiamento do Indie Rock, começaram a ser promovidos os boatos de que Vampire Weekend, The Dandy Warhols e The Futureheads seriam as principais atrações do IR 2008 – o que não aconteceu. A lista oficial foi praticamente essa, mas com Late of The Pier substituindo o mais famigerado Vampire Weekend. Completando a edição, entraram as nacionais Do Amor, Cidadão Instigado, Macaco Bong e Mombojó, que se apresentaria na primeira edição do festival, não fosse o triste e inesperado falecimento de um dos integrantes do grupo.

O segundo adiamento aconteceu em julho, cerca de um mês antes do dia em que o evento começaria. Devemos culpar os patrocinadores do festival, que não deram o dinheiro no prazo combinado, segundo a própria produção.

Por ora, o festival ainda não tem uma terceira data agendada, mas ainda se fala na possibilidade de um Indie Rock 2008, espremido entre Tim Festival, Planeta Terra e festas de final de ano – eventos que, sem dúvida, abafam as atrações anteriormente anunciadas para o IR. A saída para atrair um maior público seria uma mudança (para melhor) no line-up, que já deve sofrer drásticas alterações pela possível indisponibilidade da maior parte dos artistas. A maioria das bandas ainda não tem um planejamento para apresentações depois de Outubro, mas é possível ter uma idéia das agendas das atrações desde já. Os Warhols, que parecem dispostos a tocar no Brasil a qualquer custo e tentam reagendar as datas dos show no Rio e em São Paulo, no momento fazem uma turnê na América do Norte e têm datas marcadas até o início de Novembro mas, como a esperança é a última que morre, a mensagem “Mores dates on the way” (ou “Mais datas a caminho”, em português) deixa os fãs brasileiros otimistas.

O Late of The Pier anda fazendo shows frequentes com o Midnight Juggernauts, e no meio de outubro começa a abrir alguns shows para o Kaiser Chiefs. Ainda assim, apresenta uma disponibilidade favorável em sua agenda. As cabeçasdofuturo – mais conhecidas como Futureheads – fazem shows quase diários, mas conforme a data de lançamento de seu último álbum (This Is Not The World, 24 de maio) vai se distanciando, as viagens para a divulgação do mesmo vão diminuindo. Por último e talvez mais importante, vamos falar do Broken Social Scene – a banda mais amada do festival que nunca aconteceu. O supergrupo indie tira longas férias do palco nesse mês, e depois disso tem shows anunciados até o final de outubro. Nada de América do Sul, mas dizem que o Festival Planeta Terra provará mais uma vez sua eficiência e contrará o BSS para a noite do dia 8 de novembro.

Broken Social Scene

Se o Festival Indie Rock acontecesse exatamente hoje (13 de setembro), o line-up seria praticamente todo renovado, enquanto o público seria integrado por algumas poucas pessoas que ganham rios de dinheiro, ingressos de graça ou que não pretendem ir nos mais cobiçados Tim Festival e Festival Planeta Terra – quem?

A salvação para uma edição em 2009 do evento seria, no meu ponto de vista, a escalação de bandas com ainda mais prestígio do que as do Tim ou do Planeta Terra – não que seja fácil superar Klaxons, Kaiser Chiefs, Bloc Party, Foals, MGMT e Gogol Bordello. Poderia listar aqui dezenas de bandas-salvação, mas não carece. A primeira que me veio a cabeça foi o Death Cab For Cutie que, no início do ano, foi alvo de alguns boatos envolvendo shows no Brasil em 2008 – convenhamos que talvez seja tarde pra confirmações surpresas de bandas tão poderosas. A segunda solução que eu vejo para a edição número dois do IR não ser um fracasso é, simplesmente, não acontecer. Exatamente! Se o organizador do festival viesse me pedir um conselho para não fazer vexame, esse seria: Não aconteça. Prático, simples e rápido. Imagino que alguém já tenha dado esse conselho para os organizadores… Bom para eles.

Festival Indie Rock 2009, te aguardamos.

Autor: Alex Correa



Crítica: The Shine Of Dried Electric Leaves (Cibelle) by Neto
setembro 13, 2008, 11:30 am
Filed under: Cibelle

A resenha que você lê a seguir, como sugere o título, é sobre o álbum The Shine Of Dried Electric Leaves, da cantora Cibelle. O disco foi lançado em 2006 mas, como fiz a resenha para um trabalho de escola, aproveito e publico aqui.

Cibelle: Nascida no Brasil, criada na Inglaterra. Mesmo tendo crescido cercada pela cultura inglesa, a jovem paulista não só resgata suas origens como faz questão de exibi-las em seus trabalhos para todos que quiserem ouvir, em português, inglês e até francês – para atingir um maior público, talvez.

Seu primeiro álbum solo, um homônimo lançado em 2003 e com perceptíveis influências de Tom Jobim, Jackson do Pandeiro e da notável islandesa Björk, revelou a cantora como uma das novas representantes da Bossa Nova e do Tropicalismo, ritmos que foram levados por ela a diversos cantos da Europa, da Irlanda à Rússia.

Entretanto, foi seu segundo trabalho de estúdio que mais chamou a atenção da imprensa européia. Diferentemente do primeiro disco de Cibelle, The Shine Of Dried Electric Leaves (O Brilho das Folhas Elétricas Secas, em português) chegou às lojas carregado de covers e duetos, ainda com a mesma doce e apaixonante essência electro-samba-tropical de seu disco de estréia. O disco é introduzido por Green Grass, faixa originalmente escrita pelo californiano Tom Waits, que certamente é o melhor cartão de visitas que o álbum em questão poderia ter.

Cantando em sua língua nativa, Cibelle consegue ser suave e inspiradora na amorosa Instante de Dois e nas igualmente cativantes Lembra e Cajuína, que fecham o álbum. O ecletismo da multiétnica cantora explora a sonoridade relativamente selvagem de instrumentos africanos, mais uma vez fazendo uma mistura inusitada com suas resguardadas influências eletrônicas, dando um toque à lá Portishead a Minha Neguinha e Arretê La, Menina. Nessa segunda, Seu Jorge completa a melodia dando a virilidade que certamente a faltaria com apenas uma voz feminina.

Em The Shine Of Dried Electric Leaves, Cibelle também mostra que pode suportar a responsabilidade de encarar um vasto público apenas com sua guitarra e um banco, como fazem grande parte de suas colegas de gênero. Tal fato fica em evidência nas ótimas Phoenix e City People, composições próprias da musicista.

Uma aparição de muito destaque é a do latino-americano Devendra Banhart, um músico considerado louco por muita gente – também, não é por menos, o rapaz faz uma espécie de folk psicodélico muito difícil de se entender ou explicar. A faixa é London, London, que você certamente conhece na voz de Caetano Veloso. O protesto gerou um dos mais maravilhosos duetos que já tive notícias, entrando para a lista que inclui Valerie (da problemática e genial Amy Winehouse com o guitarrista e produtor Mark Ronson), Love Cats (dos jovens cantores Katie Melua e Jamie Cullum), Tranquilize (do americano The Killers com a lenda-viva Lou Reed) e What Can I Do? <(do Anthony and the Johnsons com o cantor folk canadense Rufus Wainwright).

Os suspiros, o estilo vocal arrastado e a sonoridade leve das folhas secas e elétricas de Cibelle vão continuar te acompanhando mesmo depois do fim da última faixa do CD. Falo por experiência própria.

Autor: Alex Correa



Capa de Off With Their Heads anunciada by Neto
setembro 13, 2008, 11:22 am
Filed under: Kaiser Chiefs | Tags:

Chegou hoje, para todos os subscribers da mailing list do Kaiser Chiefs, a capa do novo álbum da banda.

Como já anunciamos, Off With Their Heads será lançado no dia 13 outubro, pouco mais de um mês antes de Ricky Wilson e cia. passarem pelo Brasil, onde tocarão no Festival Planeta Terra – dia 8 de novembro, como já foi anunciado oficialmente.

“Em novembro, estaremos indo à América do Sul para tocar na Argentina, no Brasil e no México”, lembra o grupo num email muito positivo, mas com alguns problemas em seus conceitos geográficos (o México fica na América do Norte, lembra?).

A capa você confere abaixo:

Autor: Alex Correa



Arctic Monkeys: DVD a caminho by Gabriel
setembro 13, 2008, 10:13 am
Filed under: Outros

Teremos um DVD do Arctic Monkeys ainda este ano. Gravado num show em Manchester Apollo, ‘Arctic Monkeys At The Apollo’ chegará as lojas dia 3 de novembro. O show foi o último do tour mundial deles, que inclusive passou pelo Brasil e terminou dia 17 de dezembro.

No entanto, haverá uma exibição anterior ao lançamento em cinemas do Reino Unido, a partir do dia 14 de outubro. A lista de cinemas que irão participar da exibição você confere no site oficial. A venda de tickets para o cinema terá início dia 16 de setembro neste site, ou pelo telefone.

A direção ficou por conta de Richard Ayoade, que já comandou a direção de clipes de bandas como Vampire Weekend.

O tracklist do DVD é o seguinte:

Brianstorm
This House Is A Circus
Teddy Picker
I Bet You Look Good On The Dancefloor
Dancing Shoes
From The Ritz To The Rubble
Fake Tales Of San Francisco
When The Sun Goes Down
Nettles
D Is For Dangerous
Leave Before The Lights Come On
Fluorescent Adolescent
Still Take You Home
Da Frame 2R
Plastic Tramp
505
Do Me A Favour
A Certain Romance
The View From The Afternoon
If You Were There, Beware

Fonte: Site Oficial