Move That Jukebox!


Balanço: Glastonbury by Gabriel
julho 1, 2008, 10:37 pm
Filed under: Glastonbury | Tags:

O festival já acabou.

Por motivos…ahnnn, financeiros…não pudemos fazer a cobertura completa, direto da Inglaterra. Mas paciência, quem sabe ano que vem. Vai ver uma pessoa super gentil e preocupada com a cultura brasileira esteja lendo esse post e decida nos presentear com os ingressos, passagens, hospedagens e tour pela Europa inteira, no próximo ano.

Enquanto isso não acontece, fazemos o possível, mostrando-lhes, através deste post, alguns dos principais momentos do Glastonbury.

Pra começar, algumas palavras do sempre empolgado Michael Eavis, organizador do evento. Ainda no primeiro dia de shows, Eavis já afirmava que este ano seria um clássico na história do festival, dizendo se tratar do melhor line-up de todos os tempos. Bom, há controvérsias…confirmadas pelo ritmo lento de vendas. Diferente dos anos anteriores, até o início do festival, os ingressos não haviam se esgotado, apesar de terem chegado próximo disso.

Já pensando no futuro, ele ainda fez comentários a respeito da próxima edição do Glastonbury, a de 2009. Apesar de não citar nomes, diz ter três ou quatro nomes na cabeça, e ao que tudo indica, sem grandes surpresas como a de Jay-Z neste ano.

Agora vamos as atrações.

Dando início a toda a festa, Kate Nash subiu no Pyramid Stage antes das 11 horas da manhã de sexta-feira (27), apresentando canções do ‘Made Of Bricks’, como ‘Foundations’, ‘Mouthwash’ e ‘Skeleton Song’, que contou com pessoas fantasiadas de esqueleto.

“Foi uma honra abrir o festival, espero que vocês se divirtam” – disse Kate no fim de sua apresentação.

Mais tarde, o palco com forma de pirâmide também receberia Beth Ditto com seu grupo de membros mais magros, KT Tunstall e Kings of Leon. Get Cape. Wear Cape. Fly. e The Subways também subiram no super palco, em um show que faz parte da promoção de seus cds recém-lançados. Os Editors, que ainda não lançaram seu terceiro disco, também testaram algumas novas composições no Glasto. O público aprovou.

Para o palco Other Stage, o primeiro show ficou por conta de Ida Maria, na tarde de sexa feira. Pro azar de todos, a tão temida chuva já começou a cair, mas nada muito preocupante, só um pouco de lama para os mais jovens. Também no ‘Other’, os emos do Panic At The Disco (agora sem ‘!’) fizeram um show de destaque, tendo sido responsáveis pela finalização do dia no palco. A banda foi tão bem recebida pelo público que os integrantes ainda ousaram se convidar para a próxima edição do Glasto. Quem sabe eles apareçam novamente em 2009.

Os math-rockers do Foals dividiram o palco com os quase-tão-novos-quanto Vampire Weekend, Joe Lean And The Jing Jing Jong e Rascals – todos lançando de forma bem sucedida seus respectivos debuts. Com um pouco mais idade, o We Are Scientists correspondeu as ex pectativas e atraiu a atenção de cada pessoa que estava de pé na lama. Não posso dizer o mesmo de Ben Folds, que apresentou ao público novas canções que serão lançadas em seu quinto álbum.

Andy Hopkins, baixista do The Enemy, que também tocou no Other Stage

No ‘The John Peel Stage’, a maioria das atrações faz parte da lista do novo hype britânico: MGMT, Ting Tings e Lightspeed Champion, por exemplo. Esse último – que nem chega aos pés de MGMT e Ting Tings no quesito popularidade entre os ingleses – já fez diversos shows com a brasileira Cibelle que, na maioria das vezes, é mais européia do que latino-americana. O new rave do Hadouken! também marcou a tarde, que foi fechada com chave de ouro por The Kills, Reverend And The Makers e The Cribs.

O ‘Park Stage’, que também foi aberto bem cedinho, levou à fazenda em Pilton os mais diferentes tipos de atrações. Santogold (que, mesmo sendo da Philadelphia, está incluída na lista “do novo hype britânico” citada acima) foi uma das primeiras atrações nessa área, seguida por nomes menos conhecidos feito Sons & Daughters, Operator Please e Duke Spirit. Foi exatamente nessa parte do Glastonbury que a sequência de surpresas teve seu início, dessa vez com nada mais nada menos que Franz Ferdinand. O “surprise” de Alex Kapranos levou o público ao delírio, assim como os hits ‘The Dark Of The Matinee’, ‘Take Me Out’ e ‘This Fire’, que foram entrelaçados com quatro inéditas: ‘Kathryn Kiss Me’, ‘Ulysses’, ‘Turn It On’ e ‘What She Came For’.

Depois quem apareceu foi Dizze Rascal, o primeiro rapper a tocar num Glastonbury com mais influências de música suburbana do que nunca. Finalizando, quem deu as caras foi o ex-presidiário Pete Doherty, fazendo mais um show de sua série tô-nem-aí-pra-minha-banda. Seu colega de Babyshamble, Drew McConnell, havia acabado de se apresentar no mesmo palco, se encaixando entre as duas últimas atrações da noite. O setlist incluiu canções mais atuais e algumas faixas da antiga época de Pete Libertino. A penúltima música do show (‘La Belle Et la Belle’) foi interpretada cruamente com o som das palmas da platéia em parceria a voz de bêbado fenomenal de Doherty.

A música ‘Albion’ (do ‘Down In Albion’, de 2005), que homenageou Amy Winehouse no ano passado, dessa vez teve como álbum Carl Barat, que era um dos integrantes do extinto Libertines. “Se você está procurando um tipo vulgar, brilhando de suor, tem uma fila de quatro milhas na estação desativada…”, diz a letra da música – tirem suas conclusões (se for possível tirar alguma).

Pete Doherty

O segundo dia de festival foi, sem dúvida, o mais comentado – e eclético – do Glasto ’08. No Pyramid Stage, que recebe os grupos e músicos mais populares, o folk de Martha Wainwright (irmã de Rufus que veio ao Brasil no início do ano) teve seu espaço bem no inicio do dia, seguido pelo blues californiano do Seasick “cara-de-pescador” Steve. O pop de novela de James Blunt também marcou a pirâmide, quando o Sol já havia começado a se pôr. Simpático, Blunt abandonou o glamour de seu piano por alguns momentos para melhorar seu conceito com seus fãs indo abraçá-los, apertar suas mãos e até beijá-los. Ainda mantendo a relação artista-público em seu auge, o cantor pediu para que toda a platéia levantasse os braços para tirar uma foto.

– Vocês sabem que se fizer muito calor têm liberdade para tirar suas roupas, especialmente os garotos aqui da frente! – disse James Blunt, que não conseguia conter o sorriso por um minuto se quer durante o show.

A apresentação de Amy Winehouse se encaixou confortavelmente entre um show de reggae por Manu Chao e um outro de hip hop, do bombástico Jay-Z. Amy foi a responsável pelo show mais precário do festivo final de semana britânico, já que sucessos como ‘Rehab’ e ‘Valerie’ ganharam [mais uma vez] versões com uma voz bêbada e desarranjada. A rapariga ainda agrediu um fã desesperado, e essa história ainda parece mal explicada.

Já Jay-Z, que foi headliner da noite (quebrando todas as tradições do Glastonbury), fez um show bem surpreendente – não por sua qualidade, mas pelas provocações que foram apresentadas ao longo da apresentação. Logo na música introdução, a primeira gracinha do americano já podia ser encontrada: A faixa de abertura foi um cover de ‘Wonderwall’, canção imortalizada pelo Oasis. Estaria tudo bem se você começasse seu show com uma composição que não é sua, mas não quando essa composição é de Noel Gallagher, não quando Noel deixa bem claro que não gosta de você – e esses são os fatos.

Além disso, o telão no fundo do palco exibiu cenas nas quais o vocalista do Oasis falava nem um pouco bem do rapper, ilustrando ainda mais a rivalidade entre os artistas. O curioso – e óbvio – foi que, de todas as músicas do longo e mal cantado show de Jay, a mais bem recebida pelo público foi ‘Wonderwall’, de longe. Detalhe: Pode-se perceber com facilidade que Z teve uma ajudinha da gravação original do hit, que tocava ao mesmo tempo em que o rapaz mostrava seus dotes para cantor de karaokê.

Nesse mesmo dia houve algum espaço para bandeiras brasileiras em Pilton. Nosso Cansei de Ser Sexy (apenas cí-és-és para os ingleses e afins) ocuparam o trono de headliners em outra parte da mega fazenda, no ‘Park Stage’. A banda – agora sem a baixista Ira Trevisan – fez um show rápido com um setlist cortado devido a um pequeno atraso. Os aventureiros de todos os cantos do mundo que se concentraram naquele pedacinho de terra puderam conferir versões ao vivo de ‘Rat Is Dead (Rage)’, ‘Left Behind’ e ‘Reggae All Night’ – do ‘Donkey’, que será lançado no final desse mês – e, é claro, dos sucessos ‘Alala’, ‘Let’s Make Love And Listen Death From Above’ e ‘Off The Hook’.

Lovefoxxx: energia de sobra

Antes do CSS (e também precedendo Battles e MGMT), o Park recebeu uma atração extremamente especial. Quando Alex Turner deu as caras no palco, muitos acharam que se tratava de um show surpresa do Arctic Monkeys. Quando Miles Kane apareceu, logo em seguida, as pessoas passaram a esperar uma apresentação do Last Shadow Puppets. Mas, acredite, foi mais que isso! Uma versão acústica de ‘The Age Of The Understatement’ e passados mais alguns minutos com ‘My Mystakes Were Made For You’ e ‘Only The Truth’, um tecladista pouco conhecido se juntou ao duo para acrescentar seu instrumento as faixas ‘Calm Like You’, ‘The Chamber’, ‘The Meeting Place’ e ‘Standing Next To Me’. Depois disso, um quarteto foi formado: A trupe ganhou a força da bateria quando o monkey Matt Helders surgiu para que ‘The Age Of The Understatement’ fosse interpretada novamente, só que, dessa vez, com mais potência.

Depois de dada sua contribuição, Matt se retirou do palco – foi quando ‘Wondrous Place’, a última música do show, começou. Pra essa faixa, quem apareceu foi Jack White (que estava de passagem já que, algumas horas antes, havia tocado com seus Raconteurs no Pyramid Stage), fazendo um solo de guitarra básico no meio da música e se retirando logo em seguida.

O Los Campesinos! (que só é espanhol no nome) deu início ao dia no Other Stage dando força ao Jay-Z, que tocou mais tarde no palco principal (conforme falei acima): “Garanta sua presença no show de Jay-Z”, disse Gareth, o vocalista, que continuou dizendo que o rapper “foi a melhor coisa que aconteceu ao Glastonbury em anos”. No dia anterior, quem falou suas palavras em prol de Jay foi a senhorita Ditto, do Gossip, o que me faz pensar que Michael Eavis (organizador dessa baladinha) cuidou para que seu queridinho (dito rapper do Brooklyn) fosse o recebido pelo público da melhor forma possível.

Passados os Campesinos, quem veio foi o One Night Only – grupo que não para de crescer no continente europeu. Depois, foram as crianças pretas (mais conhecidos como Black Kids) que conquistaram o público com seu indiezinho catchy. Os integrantes da banda pareceram um pouco incomodados com a idéia de fazer um show durante o dia, mas não reclamaram muito. Assim como James Blunt, o tecladista do grupo comentou algo sobre nudez, fazendo uma pergunta um pouco sem sentido ao público, algo do tipo “vocês estão pelados?” – acho que tem alguma relação com a lama que cobria o corpo de cada alma viva no lugar.

Pois é, os artistas pareciam estar gostando de fazer essas perguntas sexys aos fãs. Tanto que, mais tarde, nesse mesmo palco, o vocalista do Wombats lançou um “Alguém já se apaixonou por uma prostituta?”, concluindo que “a maioria” já o teria feito. Ao menos esse rapaz tem mais bom senso, já que a questão levantada tem relação com a música ‘Patricia, The Stripper’, que foi tocada em seguida.

The Wombats

Essa onda pareceu ter chegado em outro palco, no já citado ‘John Peel Stage’, onde o The Teenagers convidou algumas fãs para subirem no palco e soltar a franga durante a faixa ‘Homecoming’. O ‘John Peel’ também recebeu Vampire Weekend, British Sea Power, Band Of Horses e The Courteeners (que quase não chegaram a tempo de tocar devido a um problema no ônibus de turnê do grupo). O Black Lips (atenção: não confunda com Black Kids) incorporou a santa da energia e fez um show quente, mesmo com um público relativamente baixo – tão quente que fez os aparelhos soltarem fumaça e faísca. Mas, felizmente, os bombeiros sempre atentos entraram a tempo de dar um fim ao principio de incêndio antes que a coisa ficasse mais séria.

Deixando esse papo sobre periguetes e voyeurs de lado e voltando ao Other Stage, vale notar que esse palco recebeu mais atrações do que o programado.

O projeto recém formado Neon Neon (que tem como patrono o rapaz do Super Furry Animals) fez um show que não animou o público (o que é surpreendente, já que estamos falando de electromusic) e trouxe o músico cômico e irreverente Har Mar Superstar (a.k.a. Sean Tillman – que acabara de sair do palco ‘Other’, onde ajudou o Black Lips a botar fogo em tudo) para o palco. Mesmo dando o melhor de si, Har Mar não pode melhorar as condições do show, já que o vocalista Gruff Rhys manteve-se sentado durante a maior parte da apresentação – faz boa música, mas definitivamente não tem espírito de artista.

– Se alguém quiser sair daqui para ver James Blunt, essa é a hora – disse Gruff, sem muita simpatia.

O Elbow, que teve seu início nos anos 90, convidou o comparsa Richard Hawley para se juntar ao grupo por alguns minutos no palco. Richard, que gravou uma participação no último disco do Elbow, deu voz à versão ao vivo de ‘The Fix’ e foi muito aplaudido pelo público.

De todos esses convidados especiais, aposto que nenhum é tão idolatrado quanto o rapper (terceiro citado no post – terceiro no Glastonbury) Wiley – que conquista a preferência do público por ser britânico, diferentemente do headliner Jay-Z. O rapaz se juntou ao eletronicamente dançante Hot Chip, que veio ao Brasil no Tim Festival do ano passado. A parceria deu origem a uma versão bem interessante para ‘Wearing My Rolex’, canção de Wiley que é muito reproduzida nas rádios britânicas. O Hot Hot Hot Hot Chip também fez um cover de ‘Nothing Compares 2 U’, de seu ídolo Prince.

Fechando a noite, Massive Attack recebeu dois músicos para dar uma força na apresentação: A americana Stephanie Dozen e o jamaicano Horace Andy. Que noite.

E para dar início ao último e agitado dia de festival, Martina Topley-Bird, mais conhecida como ex-vocalista do grupo Trick, fez sua parte no Pyramid Stage, por volta das 11:30 da manhã, declarando algo que Michael Eavis não se cansa de repetir – este festival foi um dos melhores de todos os tempos, desejando a todos “a fucking brilliant day”.

Mas Martina foi apenas uma pequena amostra do que estava por vir. O famoso palco principal ainda contou com Goldfrapp, a diva do trip-hop, que foi lembrada por um show extremamente doce no início, não só pelas músicas calminhas, mas também pela voz de Alison (que usava a habitual camisola colorida) e sua extensa e calorosa banda de apoio, e foi se transformando em uma apresentação mais sexy e erótica à medida em que duas dançarinas faziam uma performance que incluiu mão no peitinho e calcinhas à mostra.

Já no Other Stage, Mark Ronson se apresentou, e adivinhem quem ele chamou pra ajudar no show? Sim, ela mesma, Lily Allen. Aliás, o show de Ronson foi repleto de convidados, mas nenhum tão famoso quanto Lily. Juntos, eles tocaram o cover de uma música do Kaiser Chiefs, a ‘Oh My God’, que, como muitos sabem foi gravada pelos dois anteriormente. Neste mesmo palco rolaram performances dos reis da house music Groove Armada, e os um pouco mais novatos do The Pigeon Detectives e do Scouting For Girls.

O palco dedicado ao hype britânico perdeu um pouco do seu significado real, e trouxe nomes bem mais conhecidos como os canadenses do Stars (remanescentes do Broken Social Scene) e os americanos que formam o The National. Nada hype né? Mas para compensar, veio o electro-rock do The Whip, os conterrâneos dos macacos árticos mais famosos do mundo, o The Long Blondes e a querida dupla (porém usuária de samples ilegais cof) Crystal Castles.

Lááá no longínquo palco East da Dance Village, o meu querido Does It Offend You, Yeah? se apresentou isolado de outras bandas conhecidas, para a alegria dos new ravers que presenciaram um animado Morgan Quaintance (vocalista), que pulava sem parar. Junto com o co-vocalista James Rushent, eles quebraram guitarras e não hesitaram em chamar o público para o palco. Antes de tocarem o hit ‘Let’s Make Out’, Morgan fez uma confissão:

Posso partilhar uma coisa com vocês? Meu primeiro Glastonbury foi quando eu tinha 12 anos. Nick Cave and the Bad Seeds estavam tocando, de repente um cara chegou pra mim e falou “coma isso” — era um pedaço de papel com um morango dentro, e depois que eu o comi, nunca mais fui o mesmo.

De volta ao Pyramid Stage, o mestre Leonard Cohen fez parte da tríplice veterana do domingo (+ Gilbert O’Sullivan e Neil Diamond) e enlouqueceu os fãs ao cantar a lendária Hallelujah, mais conhecida nos vocais do falecido Jeff Buckley. A música sofreu uma leve, porém adequada modificação. O que antes era “I told the truth, I didn’t come here to fool ya” virou “I told the truth, I didn’t come to Glastonbury to fool ya”. Classe. Neste mesmo palco aconteceu mais ou menos às 3 e meia da tarde o show do cantor John Mayer. Mayer, com uma guitarra dourada em mãos, soltou algumas de suas músicas próprias, como Vultures e Stitched Up (feita em conjunto com o jazzista Herbie Hancock). Mas o que chamou a atenção de verdade foi um cover de incumbência duvidosa. Seria John capaz de fazer um cover de Duffy? Enfim, Mercy foi a quinta música de seu setlist.

O palco The Park, desta vez abrigou shows do My Morning Jacket, o New Weird America do Caribou e o pop-rock psicodélico do Mystery Jets (este último foi assistido pelo baterista do Arctic Monkeys, Matt Helders e foi marcado pelas bandeiras sustentadas pelo público, incluindo uma bandeira do Brasil).

E o The Verve, hein? Escalado para fechar o festival, Richard Ashcroft e sua tchurma tiveram a oportunidade de divulgar seu novo álbum ainda não-lançado, o Forth, além de faixas de seus discos anteriores, como o hino Bittersweet Symphony, Lucky Man e Sonnet. Sobraram alfinetadas para todos como Jay-Z (“Ele fez uma ótima apresentação e tudo mais, mas essa noite é noite de rock ‘n’ roll”) e ao chefão do evento e ao Keane ao mesmo tempo (Eu acho que ele [o chefão] estava meio preocupado se nós seríamos tão bons quanto o Keane ou sei lá”).

Mais isso não importa mais. O que importa é que o festival ocorreu sem grandes transtornos por mais um ano e termina aqui a saga (e talvez o maior post da história do MTJ!).

Autores: Gabriel Zorzo, Alex Correa, Cedric Fanti

Fontes: NME, BBC 6Music, Wikipédia, Site Oficial Glastonbury

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7 Comentários so far
Deixe um comentário

ai, que inveja de quem foi ._.’

Comentário por fulano

crianças pretas foi foda heim hahahaha

Comentário por fulano

ótima a análise.

Comentário por João

Pra mim bastava ver o Leonard Cohen!!!

Comentário por Lidi

que bonito, que alegria, que beleeeeeza!

Comentário por thaís

[…] atrações em geral, prefiro não fazer muitos comentários, já que há pouco tempo fizemos uma resenha bem grande e informativa sobre o Glastonbury – que contou praticamente com as mesmas atrações -, mas não posso deixar de falar sobre os […]

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“Vai ver uma pessoa super gentil e preocupada com a cultura brasileira esteja lendo esse post e decida nos presentear com os ingressos, passagens, hospedagens e tour pela Europa inteira, no próximo ano.”

cultura brasileira? uma tour pela Europa?? eu sei, eu sei, vocês só podem estar brincando.

e outra coisa, ficou ESCANCARADO que vocês não gostaram do Jay-Z no festival. é por isso que blogagem é diferente de jornalismo, que na teoria é isento.

Comentário por Jota




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